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Na última atualização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), foi confirmada a nona morte causada pela dengue em 2024. Desta vez, a vítima residia em Vitória da Conquista, região sudoeste do estado. Com isso, a cidade de Livramento de Nossa Senhora também entrou para a lista dos 122 municípios baianos em estado de epidemia. A vítima, cujo nome não foi divulgado, representa o segundo óbito ocorrido no município do sudoeste baiano neste ano. Além de Vitória da Conquista, outras cidades da região, como Jacaraci e Piripá, também registraram casos fatais da doença. Desde o início do ano, a Bahia vem enfrentando um aumento expressivo nos casos de dengue. Segundo a Divep, até o dia 2 de março de 2024, foram registrados 29.982 casos prováveis, marcando um aumento de 209,3% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em meio a esse cenário preocupante, a Secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, expressou solidariedade à família da vítima e destacou a importância de ações conjuntas para conter o avanço da doença. Santana ressaltou que as condições climáticas adversas e o aumento exponencial dos casos exigem uma atenção mais integrada de Estados e Municípios. Para enfrentar a epidemia, o Governo da Bahia tem adotado diversas medidas, incluindo vacinação, uso de drones para localizar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, aumento do uso do fumacê, mutirões de limpeza nos municípios com alto índice de infecção, distribuição de kits para os agentes de combate às endemias e investimento em ações publicitárias e informativas. Roberta Santana destacou a importância da colaboração entre Estado e Municípios, enfatizando a necessidade de intensificar as ações de atenção primária e limpeza urbana para eliminar os criadouros do mosquito transmissor da dengue, Zika e Chikungunya. Além disso, o Governo do Estado compartilhou atas de registro de preço para que as prefeituras possam adquirir medicamentos, insumos e equipamentos necessários para o combate à doença. Ainda assim, a dependência excessiva do fumacê como último recurso foi desencorajada, evidenciando a importância de uma abordagem proativa no enfrentamento da dengue.

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